Alambari é uma cidade pequena e de perfil rural, que integra a Sub-região 1 da Região Metropolitana de Sorocaba, ao lado de Boituva, Capela do Alto, Cerquilho, Cesário Lange, Jumirim, Sarapuí, Tatuí e Tietê, conforme a Lei Complementar Estadual nº 1.241/2014. Com pouco mais de 6 mil moradores no Censo 2022, está entre os municípios menos populosos da região metropolitana; só Jumirim, com 3.056, tem menos gente, segundo o IBGE. Foi distrito de Itapetininga por mais de um século, até a emancipação em 1991.
Dados básicos
| Dado | Valor | Fonte |
|---|---|---|
| População (Censo 2022) | 6.141 habitantes | IBGE |
| População estimada (2026) | 6.411 habitantes | IBGE |
| Área territorial | 159,6 km² | IBGE |
| Densidade (Censo 2022) | 38,48 hab./km² | IBGE |
| Gentílico | alambariense | IBGE |
| Altitude | 585 m | Prefeitura |
| Aniversário | 19 de maio | Prefeitura |
| Padroeiro | Senhor Bom Jesus (6 de agosto) | Prefeitura |
A população passou de 4.884 pessoas no Censo 2010 para 6.141 em 2022, alta de cerca de 26%, segundo o IBGE. Cerca de um terço dos moradores vive na zona rural. Pela divisão regional do IBGE, Alambari pertence à região imediata de Itapetininga.
Onde fica e como chegar
O município faz divisa com Itapetininga, Sarapuí e Capela do Alto e fica a cerca de 156 km da capital paulista, segundo a Prefeitura. As principais ligações rodoviárias são a Rodovia Raposo Tavares (SP-270), que conecta a região a Sorocaba, a SP-268 (Rodovia Humberto Pellegrini) e a SP-127 (Rodovia Antônio Romano Schincariol).
O transporte coletivo até Itapetininga é feito pela Expresso Amarelinho, que divulgou nova grade de horários a partir de 28 de setembro de 2026, com viagens todos os dias e passagem por Centro, Tatetu, Cercadinho e Ribeirãozinho. Detalhes em serviços públicos e transporte em Alambari.
Bairros
Além do Centro, a cidade e a zona rural se organizam em bairros como Tatetu, Cercadinho, Ribeirãozinho, Cerrado, Perobal, Barra, Capoavinha, Aterradinho, Sapezal, Recanto dos Pássaros, Luar do Sertão, Vila Corrêa e Jardim Brasil, segundo levantamento publicado pelo Jornal Cruzeiro do Sul no aniversário de 2026.
Uma cidade nascida de uma promessa
A origem de Alambari está numa capela. Por volta de 1820, segundo a Prefeitura e o IBGE, o major Domingos Afonso, de Itapetininga, viajava com a família quando o filho caiu do animal e fraturou o crânio. Os pais prometeram erguer uma capela ao Senhor Bom Jesus no local se o menino se recuperasse. A capela ficou pronta em 1842, e em torno dela cresceu o povoado. A Lei Estadual nº 7.644, de 30 de dezembro de 1991, criou o município, instalado em 1º de janeiro de 1993. A história completa está em história e origem de Alambari.
Economia
O PIB de Alambari somou R$ 160,3 milhões em 2023, com PIB per capita de R$ 26.095,45, segundo o IBGE. A base é agropecuária: laranja, soja, milho e mandioca lideram o valor da produção agrícola, e a criação de suínos cresceu nos últimos anos. A cidade também ficou conhecida pela produção de leite de búfala. Os números e as empresas locais estão em economia, agro e empresas de Alambari.
Fé e calendário
O principal marco religioso é o Santuário do Senhor Bom Jesus de Alambari, na Praça Dom Joaquim José Vieira, no Centro. A festa do padroeiro, em torno de 6 de agosto, é o maior evento do ano, ao lado do aniversário em 19 de maio. Veja Festa do Bom Jesus e calendário de Alambari.
Contatos úteis
A Prefeitura funciona no Paço Municipal Rosa Magueta Gomes, na Rua Dahyr Rachid, 1245, Centro (CEP 18220-058), de segunda a sexta, das 8h às 16h. O telefone geral é (15) 3274-9000. O Departamento de Saúde atende na Rua José Wladimir Noronha de Oliveira, 145, Centro, pelo (15) 3274-1333. Confirme horários no site oficial antes de ir.
Fontes: IBGE (Censo 2022, estimativas, PIB dos Municípios e histórico municipal); Prefeitura de Alambari; Alesp (Lei Complementar nº 1.241/2014); Jornal Cruzeiro do Sul; Wikipédia.
